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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

5 trilhões de CDs

Sr Norio Ohga
Norio Ohga é conhecido como o criador do CD que temos hoje. Trabalhava na Sony e faleceu ano passado, aos 81 anos de idade. Não sei se desde o início era assim, mas atualmente o CD tem capacidade de armazenamento de 700 MB. Cabe bastante coisa? Razoavelmente. Dependendo do que se quer gravar dá. Outros arquivos são grandes demais. E também ficar carregando um monte de CDs pra cima e pra baixo é bem inconveniente.  Ainda bem que hoje praticamente tudo tem HD interno de alta capacidade de armazenamento. Muito mais prático e inteligente. Mas eu creio que uma coisa fazia o sr. Norio Ohga morrer de inveja: o DNA.
Muito diminuto em tamanho, se comparado ao CD, o DNA tem uma capacidade de armazenamento incrível. Segundo Leonard Adleman, um biólogo e especialista em informática, 1 grama de DNA tem informação suficiente para ser armazenada em 1 trilhão de CDs. O dr. Jay Segeert (o website dele pode ser acessado clicando aqui), em sua partipação no web show "Creation Today" (clique aqui para ver o programa), para dar a ideia de que quantidade de DNA se está falando, tomou como base uma colher de chá. Ou seja, uma colher de chá de DNA (aproximadamente 5 gramas de DNA) contem informação suficiente para ser gravada em 5 trilhões de CDs. E 5 gramas de DNA não são muita coisa com relação a informação, se comparado ao total dela.
O CD é o objeto de crédtio do sr Norio Ohga. E o DNA, é crédito de quem? Do aleatório? Porque se for, o sr. Ohga não deveria ter planejado o CD. Deixasse o aleatório fazer que com certeza ia sair bem melhor,com imcomparável capacidade de armazenamento. 
Então, segundo a evolução, essa mega complexa molecula surgiu do aleatório. E eles não explicam como surgiu. Pelo menos os que eu escutei até agora apenas falam de moléculas reagindo (mas não falam quais as reações), em milhares e milhares de anos (milhares e milhares de anos de falta de informação, porque não tem a minima ideia do que ocorreu) e querem que eu acredite nessa baboseira? Simplesmente não posso. É subestimar meu intelecto. É escolher o caminho do "eu não sei como foi deixa pra lá então". E ainda se julgam os maiores sabichões. E acham até mesmo mais inteligente que outras teorias, como o Design Inteligente (que inteligente tem até no nome).
Como o DNA pode ser capaz de ser quem ele é e funcionar como ele age sem ter tido um planejamento inicial para isso? O aleatório até agora só fez coisas com relação a mim como deixar o meu quarto bagunçado. E isso foi observacional, não algo que milhares e milhares de anos de não observação fizeram e depois eu vim aqui ficar elucubrando a respeito disso. 
Edgard MacFraggin'

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Finalmente uma postagem sobre dinossauros!!

Euoplocephalus
   Sim, finalmente. Desde 1996 aproximadamente sou apaixonado por dinossauros, embora poucos saibam disso. O meu preferido é o Euoplocephalus. Mas melhor fazer suspense e começar com outra coisa. Uma curiosidade: antes de 1841, os dinossauros eram chamados de "dragões". Mas em 1841, o sr Richard Owen os chamou de "dinosauria", que significa "lagartos terríveis"! Assim, sim os dragões existiram. É quase como chamar mandioca de macacheira. São sinônimos.  Um bom programa sobre esse tema foi um dos episódios do Creation Today, que pode ser visto clicando aqui.  
      Também gosto muito de sapos. E isso não é segredo para ninguém. Já li um pouco a respeito deles, cursei a disciplina "Zoologia de Vertebrados" na UnB, durante a graduação em Medicina Veterinária. Matéria maravilhosa. Aprendi coisas peculiares da biologia dos anfíbios que me fez mudar a forma como os via. Bom, os sapos, e alguns outros anfíbios são excelentes marcadores de poluição de um ambiente. Pequenas concentrações de dejetos, contaminantes, etc, já são suficientes para que esses animais comecem a morrer. Uma das grandes preocupações do tão temido Aquecimento Global é o impacto que a elevação de temperatura vai ter sobre essas espécies, que muito provavelmente irão ser extintas se nada for feito. Outros animais que podem sofrer com essas coisas são as borboletas. Elas são bastante sensíveis com relação à essas variações, tanto de temperatura quanto de poluição. 
       Já os répteis são bem mais resistentes à essas coisas. Mais resistentes às mudanças de temperatura, até mesmo de poluição, pelo menos mais que os anfíbios. Assim, numa ordem de extinção, iriam morrer primeiro os anfíbios e depois os répteis. 
         Voltando no tempo, é incrível observar o relato "aceito" da extinção dos dinossauros e não achar estranho. Bom, falemos de extinção de répteis e os que temos atualmente: muitos dos testudines, crocodilia e squamata sabem nadar e temos diversos exemplares desses animais vivos hoje. E nenhum deles também também tem um tamanho realmente grande como tinham a maioria dos dinossauros. Assim, um asteroide que ninguém viu, ou tocou, ou fotografou, ou cheirou nem nada, caiu do espaço e extinguiu apenas lagartos gigantes. Os outros não foram afetados. Foi um tipo um vestibular com 100% de cotas para dinossauros morrerem. Interessante. Mais interessante ainda é que os anfíbios, que são super sensíveis às mudanças climáticas, não foram instintos. Nem as borboletas. 
     Já eles acham ridículo o registro documental (não estou falando de aspecto cultural) que existe do dilúvio: nem todas as espécies foram salvas. Algumas sim, outras não. Algumas foram sim extintas. Outras não. Simples. E esse registro não está apenas na Torah: basta procurar pela história de diversas civilizações para ver elas falam de um dilúvio no passado, com fatos em comum, como a presença de oito pessoas, animais e algo vindo de D'us. Sim, civilizações na Ásia, Europa, África, América da Sul e do Norte, Oceania. 
        A grande maioria dos cristãos que eu conheço, acha que é suficiente ficar sentando assistindo ao culto todo domingo e depois ir embora pra não viver o que foi ensinado no culto. A grande maioria dos ateus que eu conheço acha que suficiente ler um pouco de Richard Dawkins, escutar Slipknot, ter 17 anos e odiar a D'us sem sequer parar um pouco para estudar coisas a respeito. E ambos os grupos estão errados, porque nem se aprofudam no que professam e ainda atrapalham os outros. A maioria dos ateus não é da área da biologia ou da saúde (até mesmo porque a maioria tem 17 anos, não é idade de ir para a faculdade). Os que são mais velhos, olham cegamente para a biologia como se ela fosse a resposta da humanidade. Se esquecem de estudar sobre história, arqueologia, métodos de datação, física nuclear, química, etc. E se acham os donos da razão. 
          Eu creio em D'us e não nego isso. Eu nunca vi D'us. Os ateus creem em um asteroide que nunca viram e em tantas outras coisas. E depois os teístas, sejam cristãos, judeus ou muçulmanos, são os que são ridículos.
      Como dizia um antigo professor do Ensino Médio, "Pensar é um ato indolor, sem contra-indicações e necessário". 
Edgard MacFraggin'

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Árvore Filofenotípica

Ah, se eu pego o Lineu, ele ia ver só... poxa, coitado do cara. Creio que não foi essa a intenção dele. Ele queria apenas classificar os seres vivos. E ele se baseou em genética? Não. Ele se baseou em características fenotípicas, de reprodução, etc. Mas o Lineu não tinha também toda a genética que temos atualmente disponível. 

Zebróide
Assim, baseando-se em genética, muito provavelmente Lineu "desceu muito" na classificação. Talvez, espécie não queira dizer o que temos hoje, e sim, o Gênero. Ou talvez até mais em cima, Família, geneticamente falando. Sabe-se de casos de reproduções entre "espécies" diferentes, como no caso da mula, do coydog (cruzamento de macho coiote com fêmea de cão doméstico), dos "zebroids" (cruzamento de cavalos com zebras), etc. Assim, esses animais são geneticamente muito próximos, embora tenham sido classificados como espécies distintas. A classificação de Lineu não tem nenhum valor biológico em si mesma: por exemplo, se classificar um cachorro como uma planta, ele continuará sendo um cachorro. Assim, não é por causa dessa classificação que os seres vivos deixaram de ter proximidade genética com outros fenotipicamente diferentes. E sabe-se hoje que algumas espécies classificadas num mesmo gênero são geneticamente muito diferentes e que espécies aparentemente "distantes" taxonomicamente, geneticamente são muito próximas. 
Coydog
Assim sendo, como falar em Origem das Espécies? É muito mais plausível falar-se em um Projeto inicial de Famílias (segundo a classificação de Lineu): o projetista fez canídeos, felídeos, rosaceas, etc... Não houve evolução. Porque até mesmo o conceito de espécie é classificatório: não necessariamente reflete a realidade.  

Edgard MacFraggin'

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Para mim, não é surpresa!

Primeiro vocês precisam saber que nos últimos dias vão aparecer homens dominados pelas suas próprias paixões. Eles vão zombar de vocês, dizendo: “Ele prometeu vir, não foi? Onde está ele? Os nossos pais morreram, e tudo continua do mesmo jeito que era desde a criação do mundo.” Esses zombadores esquecem, de propósito, que há muito tempo Deus deu uma ordem, e os céus e a terra foram criados. Esquecem que a terra foi formada da água e no meio da água e também que pela água do dilúvio o mundo antigo foi destruído. Mas os céus e a terra que agora existem estão sendo guardados pela mesma ordem de Deus a fim de serem destruídos pelo fogo. Estão sendo guardados para o Dia do Julgamento e da destruição dos que não querem saber de Deus. 2ª Pedro 3:3-7

            O apóstolo Pedro já tinha previsto o que que está a ocorrer agora [por exemplo, um site exótico, cheio de pessoas peculiares é o da Liga Humanista - http://ligahumanista.org/]. Isso por ele mesmo? Claro que não. Não teria lógica. Mas ele foi inspirado por D’us [Aquele que está acima do tempo cronos, que sabe de todas as coisas – por isso o texto acertou em cheio!].
            Quero me ater ao Dilúvio. Ele explica e defende, naturalmente, uma Criação. Existem relatos de um Dilúvio mundial em diferentes povos espalhados pelo mundo. E esses relatos têm em comum o fato de oito pessoas estarem presentes, de animais serem salvos, de ser algo que foi feito por D’us. Jeremy Wiles, produtor do filme “Ark Hunter”, relata um interessante fato ocorrido em uma de suas visitas à China. Um senhor chinês contou, em forma de música tradicional, sobre um dilúvio. Oito pessoas estavam lá, animais foram salvos. Quando perguntado o motivo de D’us ter mandando um dilúvio à Terra, o senhor contou que “existiam dois irmãos no passado. Um deles teve inveja do outro e o matou. Por isso D’us mandou um dilúvio.” Dois irmãos? Assassinato? Me parece a narrativa contada lá no início de Genesis, sobre Caim e Abel. O vídeo de Jeremy Wiles pode ser conferido abaixo:




             Mas qual a importância desses relatos espalhados pelo mundo? Bom, o relato do Genesis sobre o Dilúvio diz que toda a humanidade da época morreu, exceto as oito pessoas que entraram na Arca [Noé, seus filhos Sem, Cam e Jafé e suas respectivas esposas]. Sendo assim, o relato do Dilúvio foi passado de pai para filho, num contínuo até os dias atuais. Por isso, a existência de relatos em diferentes povos [povos longe da tradição judaico-cristã] é algo compatível com a existência de um Dilúvio exatamente igual ao relatado na Bíblia. Quanta acurácia há neste livro!
             O ponto mais importante nisso tudo é: a Bíblia é uma só, do inicio ao fim. Ela não se contradiz. E, se a Criação e o Dilúvio ocorreram, significa que há um D’us Criador, e que Ele tem um plano para a Criação. A Biblia diz, no texto do início desse artigo, que a Criação está reservada pela destruição. Não há como salvá-la, a Bíblia já disse isso. Mas D’us fará nova todas as coisas, Ele irá restaurar essa Criação decaída. Mas àqueles que recusarem a servir ao Senhor, serão destruídos também. Mas D’us é um D’us bom, Ele tem nos dado chance de nos arrependermos das nossas faltas e de nos voltarmos a Ele. 


            Jesus disse que existem dois caminhos: um caminho difícil de ser trilhado, mas que conduz à Salvação, e um outro caminho bem fácil de caminhar, mas que conduz diretamente ao Inferno [Mateus 7:13 e 14]. D’us não força ninguém a segui-Lo, a decisão é individual. Escolher uma vida longe de D’us agora, é seguir pelo caminho mais fácil. O caminho que conduz ao Inferno. E D’us seria alguém muito sacana se forçasse àqueles que nunca quiseram saber dEle a passar toda a eternidade junto de D’us. Simples assim. 


Que o amor de Cristo inunde os nossos corações, e que Ele nos mostre o caminho a seguir.

Edgard MacFraggin'

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Se a evolução for a Verdade, Noé não pode ter existido!


                Muitos conhecem a história de Noé. O relato bíblico diz que D’us mandou Noé levar “(...) para dentro da barca um macho e uma fêmea de todas as espécies de aves, de todas as espécies de animais e de todas as espécies de seres que se arrastam pelo chão, a fim de conservá-los vivos” (Genesis 6:19). Também disse: “Leve junto com você sete casais de cada espécie de animal puro e um casal de cada espécie de animal impuro. Leve também sete casais de cada espécie de ave para que se conservem as espécies que existem na terra. Pois daqui a sete dias eu vou fazer chover durante quarenta dias e quarenta noites. Assim vou acabar com todos os seres vivos que criei” (Genesis 7:2-4) [ênfase do autor].
                Uma coisa que eu realmente não consigo compreender é a existência de evolucionistas cristãos. Vou argumentar em cima desse texto o meu pensamento. Dentro do pensamento de um “evolucionismo teísta”, D’us criou o ser primordial unicelular, criou as “regras” de como a genética em si (questões como mutação, deleção, inserção, etc) iria funcionar e deixou “a coisa acontecer”. Dentro dessa linha, por que então Ele se preocupou em preservar a genética, em preservar as espécies existentes? Não tem lógica! Ele poderia simplesmente fazer tudo evoluir novamente. Teria realmente muita água, muita matéria orgânica disponível para isso. Mas D’us se preocupou em preservar a espécie. Um forte indício de que Ele criou todas as coisas, e que Ele, naquele momento, não iria destruir a Criação.
                Um indício ainda maior, é o final do versículo 4: “Assim vou acabar com todos os seres vivos que criei”. D’us disse que ia acabar com os seres vivos que Ele “criou” e não com os seres vivos que Ele “deixou evoluir” ou algo assim. Se evolução ocorreu, então D’us é um mentiroso, pois Ele afirmou que criou os seres vivos. E se D’us não disse isso realmente, a bíblia então contém uma mentira. E se ela contém uma mentira, não há motivos para acreditar em nada dela.
                Ainda, se Noé não existiu, Jesus é um mentiroso! Jesus disse, em Mateus 24:37-39 o seguinte:
A vinda do Filho do Homem será como aquilo que aconteceu no tempo de Noé. Pois, antes do dilúvio, o povo comia e bebia, e os homens e as mulheres casavam, até o dia em que Noé entrou na barca. Porém não sabiam o que estava acontecendo, até que veio o dilúvio e levou todos. Assim também será a vinda do Filho do Homem.
Jesus afirmou a existência de Noé. Se a evolução ocorreu, não há nenhuma lógica para Noé ter existido. Se Noé não existiu, Jesus mentiu. E se Ele mentiu, ainda mais quando ele falava do retorno dEle para nossa salvação (Mateus 24), por que devemos crer que seremos salvos de qualquer coisa? Se Jesus mentiu, nossa vida em servi-Lo é vã. Ainda, se evolução ocorreu, significa que a afirmação de D’us em Genesis 7:4 é uma mentira.
                Cristãos evolucionistas, por favor, repensem esse posicionamento científico! Ou então peguem suas bíblias e rasguem Genesis capítulos 1-9, Mateus 19:4, Mateus 24:37-39, Marcos 10:6,  João 1:1-4, Romanos 5:12, 2a Timóteo 1:9, Hebreus 11:1-7. Rasguem logo a Bíblia toda! Melhor, parem de afirmar que são cristãos, pois o que vocês estão fazendo é um desfavor ao Evangelho.
                Que o conhecimento de Cristo, o Verbo através do qual todas as coisas foram criadas (João 1:3) ilumine nossas mentes, e que a revelação venha sobre nós.

Edgard MacFraggin'

sábado, 24 de setembro de 2011

Por uma apologética na Universidade

•    O início de tudo
    A Bíblia afirma em Genesis 1, que D’us criou todas as coisas. Desde os céus até nós, passando pelas plantas, pelo solo, pelos animais, pelas reações bioquímicas, pelas moléculas e átomos. Diametralmente oposta a essa teoria, está a teoria Darwiniana num sentido “mais puro” (visto que existem linhas evolucionistas teístas). Ambas não podem coexistir. Se a teoria de Darwin for a correta, necessariamente a criação é um relato fantasioso. Mas se o Criacionismo tiver razão, o Evolucionismo não está certo. Ou é um, ou é outro. Nunca os dois.
    Da mesma forma, com relação a existência de D’us, ou ateus têm razão, ou os teístas tem razão. Ambos não podem estar certos simultaneamente. Ou é um, ou o outro. Nunca os dois.
    No meio científico, existem duas teorias: a Evolução e o Design Inteligente. Este é pouco divulgado no meio científico, mas que tem encontrado muito apoio, principalmente entre os teístas. Cientistas, como Michael Behe (um bioquímico não-cristão), observam pela ciência, dados de que a Evolução deve ser repensada. Através dos complexos processos bioquímicos, Behe aponta que necessariamente teve que ter um projeto inicial, havendo, portanto, um projetista. Mais para frente, citarei exemplos do livro de Behe.
    Mas se não existiu um D’us Criador e tudo é obra do acaso, como ocorreu o surgimento da vida? Foi do não-vivo para o vivo? De acordo com a evolução, necessariamente sim. Mas será que isso tem repetibilidade científica? Nunca vi nenhum trabalho ou experimento mostrando isso. Ao contrário, Louis Pasteur provou, cientificamente, que a Geração Espontânea da vida é impossível. Logo, a vida não pode surgir da ausência de vida. Isso é Geração Espontânea. Isso é questão de fé, apenas. Uma enorme fé se faz necessária para crer que um organismo unicelular surgiu espontaneamente.


•    No início, SURGE o universo – (baseado no livro de Geisler & Turek, “Eu não tenho fé suficiente para ser ateu”).
    Albert Einstein ficou contrariado com as indicações que sua pesquisa mostrava. Panteísta, acreditava que o Universo não teve um início, e sim que sempre foi algo eterno. Mas a Lei da Relatividade mostrava que o Universo teve um início. Einstein afirmou que essa descoberta era “irritante”. Isso apontava para um Universo não auto-suficiente. O que existe tem que ter uma causa.

•    S: Segunda Lei da Termodinâmica
    A energia do Universo é constante e finita (Primeira Lei da Termodinâmica), sendo subdividida em Energia Utilizável (EU) e Energia Não-utilizável (ENU). O somatório dessas energias é constante, mas a proporção de ambas se altera no decorrer do tempo, sendo que  a EU está diminuindo e a ENU, aumentando.
    Um carro com o tanque cheio de combustível possui uma quantidade finita de EU. Com o passar do tempo, a EUcarro vai se tornar em ENUcarro, do ponto de vista de mover o veículo. De maneira semelhante, a EUuniverso está sendo, desde o princípio, sendo transformada em ENUuniverso.
    Uma lanterna acesa durante toda a noite, ao amanhecer, está com a “luz fraca”. Transformou a EUpilhas em ENUpilhas. De modo semelhante, se o Universo fosse eterno, já teria acabado a sua energia atualmente, teria sido transformada totalmente em ENUuniverso. Um nome comum à Segunda Lei da Termodinâmica é a “Lei da Entropia”, tendência a desorganização. A organização, sob qualquer ponto de vista, exige EU. A ENU não serve para organizar nenhum sistema.

•    U: Universo em expansão
    O universo está em expansão. Isso foi observado, em 1920, por Edwin Hubble, um legendário astrônomo. E essa expansão se dá a partir de um único ponto. Se isso fosse possível ser visto em vídeo, vendo tudo de trás pro começo, seria possível ver todo o Universo convergindo para um mesmo ponto. Este não era do tamanho de uma bola de tênis, de um limão, de uma cabeça de agulha. Antes do início, não existia tempo, não existia matéria. Tudo foi criado do nada. O que é o “nada”? Segundo Aristóteles, “nada é aquilo com o que as rochas sonham.” Segundo, o Dr. Peter Atkins (um ateu convicto), antes do início do Universo (onde o “nada” reinava), “pontos matemáticos se recombinavam repetidas e aleatórias vezes num redemoinho, quando finalmente, por tentativa e erro, vieram a formar nosso Universo de tempo e espaço”.
    A partir do início do Universo, a partir de nada, além da matéria, o tempo “Cronos” se iniciou. Antes disso não havia “Cronos”, apenas “Kairós”. Numa visão ateísta de início de “tudo” a partir do “nada”, é necessário realmente crer que o “nada” fez o “tudo”. E isso exige enorme fé, pois nunca foi e nunca será provado, cientificamente, que o “nada” pode formar o “tudo”. Se não há repetibilidade, não é ciência: é um milagre, faz parte da fé de uma religião.

•    R: Radiação do Big Bang
    Era 1965. Arno Penzias e Robert Wilson descobriram, por acaso, uma radiação que vinha de todas as direções, não importavam para onde apontassem sua antena. Segundo Robert Jastrow, um astrônomo, afirmou que “a radiação descoberta por Penzias e Wilson tem exatamente o padrão de onda esperado para a luz e o calor produzidos numa grande explosão”. A radiação de fundo (“cosmic microwave background radiation”) é a melhor evidência existente para o Big Bang.

•    G: Galáxias e suas sementes
    Para que a formação das galáxias fosse possível, seria necessário que houvessem pequenas oscilações na temperatura pós explosão do Big Bang, para que a matéria pudesse se reunir e formar as galáxias, por atração gravitacional.
    Em 1989, a NASA intensificou as buscas por essa radiação, lançando ao espaço o satélite COBE (“Cosmic Background Explorer” ou “Explorador da Radiação de Fundo”). As descobertas deixaram os cientistas em êxtase! O satélite, com bastante acurácia, confirmou a existência dessas oscilações de temperatura. George Smoot, líder do projeto, disse: “Se você é religioso, então é como estar olhando para D’us”. As descobertas do COBE receberam também elogios de Michael Turner e de Stephen Hawking.

•    E: Einstein e a Relatividade
    A teoria da relatividade de Einstein foi o “início do fim da idéia de que o Universo é eterno”. Por conta dela, foi observado que o Cronos, o espaço e a matéria são interdependentes, não se pode ter um deles sem ter os outros. Sabe-se hoje que o Universo teve um início absoluto. 


•    Macro e Micro evolução
    Existem esses dois termos dentro da ciência. O primeiro é a evolução como é amplamente conhecida e difundida apenas como “evolução”. O segundo é, a título didático, algo como “adaptação”. Começarei falando do segundo termo.
    Na micro evolução não há mudanças de espécies. São bactérias que ficam resistentes à determinado antibiótico, insetos que ficam resistentes a determinado inseticida, humanos que não adoecem de determinada doença, etc. Todos eles continuam sendo da mesma espécie. A micro evolução é real, e é cientifica, ou seja, é passível de ser repetida. 
    A macro evolução coloca a mudança de espécies. Isso não pode ser considerado ciência observacional, pois não há observação dela ocorrendo num espaço de tempo perceptível, se é que ela ocorre. Ainda, não pode ser considerada ciência histórica, pois o registro histórico ou fóssil não é compatível com o que ela afirma. Pelo registro histórico, sabe-se da “Explosão Cambriana”, onde várias espécies, de diferentes filos surgiram, num período geológico muito curto, sendo uma forte objeção à Darwin e sendo um ponto forte para o texto de Genesis capítulo 1.

•    Embaralhando a informação existente
    Para que a evolução ocorra como foi proposta, há a necessidade de acrescentar informação genética, pois o ser unicelular primordial não deveria ter informação genética suficiente para codificar todos os outros seres existentes atualmente (imaginem toda a diversidade de proteínas, enzimas, diferentes tipos celulares, diferentes espécies de bactérias, protozoários, fungos, plantas e animais numa única célula!). Assim, como é que a informação extra foi acrescentada? Darwin não explicou isso. E nem Dawkins. São apenas divagações sobre possibilidades, não explicando os processos bioquímicos envolvidos.
    Talvez agora entrem as questões das mutações genéticas. Sabe-se que, elas são extremamente deletérias. Raramente, ocorre uma mutação adequada e permanente. Seria necessário realmente milhões e milhões de anos para tudo isso ocorrer como foi proposto. Mas será que houveram tantos anos disponíveis assim? Entremos agora na questão do 14C.

•    Credes no 14C? - http://i-am-on-the-rock.blogspot.com/2011/06/credes-no-14c.html
    O 14C (ou carbono 14) é um método de estimativa da idade de diferentes materiais de origem biológica. Tem sido usado de maneira ampla. Através delas, muitos afirmam que a idade da Terra é de não sei quantos bilhões de anos; que a vida surgiu na Terra a milhões de anos atrás, etc.     O mais interessante é sobre como o 14C é formado na atmosfera. Eu acredito que muita gente que fica por aí falando da idade de várias coisas antigas não tenha nem idéia de como esse isótopo radioativo é formado. Bom, vou explicar de maneira sucinta aqui.
    Na atmosfera terrestre, o gás mais abundante é o N2 (cerca de 79% dos gases atmosféricos). Este é formado por dois átomos de nitrogênio. O isótopo estável de nitrogênio mais abundante que existe é o de massa 14, sendo que cerca de 99,634%, sendo que o outro, de massa 15, tem abundância de 0,366%.
    Devemos agora relembrar que a quantidade de prótons de um átomo é o que determina qual elemento químico é aquele átomo. Um próton é uma partícula atômica de massa 1 e carga positiva. Outra partícula importante nos átomos são os nêutrons. Eles tem massa muito próxima à próton, mas tem carga neutra.
    Um raio cósmico é energia que se propaga pelo espaço, vinda de estrelas. Trocando em miúdos, um raio cósmico nada mais é do que um nêutron viajando pelo espaço. No caso do nosso planeta, esses raios vêm principalmente do Sol. Quando um desses raios cósmicos chega ao nosso planeta, ele encontra uma grande quantidade do gás nitrogênio (N2). Ele atinge o núcleo desse átomo e faz com que cada átomo atingido fique por um momento muito pequeno com massa igual a 15 (considerando que ele atingiu o isótopo de nitrogênio de massa 14 – que é o mais abundante). Nisso, o átomo se torna instável e perde um próton para se estabilizar. Perdendo um próton, ele volta a ter uma massa de valor 14, mas muda de elemento, tornando-se o querido 14C, que é radioativo.
    Um elemento radioativo vai diminuindo sua atividade liberando energia. Essa medida é calculada em meias-vidas. Meia-vida é tempo que um elemento radioativo demora para diminuir em metade a sua atividade radioativa. Cada elemento tem a sua própria característica, podendo ser as meias-vidas de dias, meses, anos, ou até mesmo minutos e segundos.  A meia-vida do 14C é de 5.730 anos. Logo, cada vez que esse tempo passa, cai pela metade a atividade radioativa do isótopo. Conhecendo a concentração natural de 14C no ambiente, é possível considerar que a quantidade de 14C no individuo em questão era igual à concentração de 14C de quando ele morreu. Assim, mede-se a quantidade de atividade de 14C que ele tem agora e estimam-se quantas meias-vidas se passaram, estimando assim a sua idade.
    Ainda, é importante ressaltar que a técnica de medição da idade pelo 14C tem acurácia máxima de medição de cerca de 60.000 anos de idade. Logo, quando ouvirem alguém por aí falando que tal espécie foi datada pelo 14C e descobriu-se que ela vivia a não sei quantos milhões de anos atrás, pode começar a gargalhar bastante, com muita vontade, porque tal informação só pode ser uma piada muito engraçada!!
    E agora vem a questão de fé! Como é que se sabe se a quantidade de raios cósmicos que chegam a Terra são constantes em toda a história de vida no planeta? Sabem como o meio científico sabe essa informação? Bom, eles não sabem. Eles consideram que é constante. Logo, ELES TÊM FÉ DE QUE É CONSTANTE! E que eu saiba, fé não é ciência, e sim religião.
    Os ateus insistem em se apoiar numa ciência baseada na fé deles. Eles têm fé que Deus não existe (me provem, cientificamente, isso!), tem fé que o 14C é um método excelente de medição da idade de materiais biológicos, têm fé num monte de dogmas pseudocientíficos! E propagam a fé deles como se fossem verdades científicas mais do que testadas e comprovadas!

•    Evolução: Matematicamente, impossível;
    Partindo do pressuposto de que a matemática é uma ciência exata, sem variação, não há como perceber que a evolução ocorre. Não é possível testá-la num laboratório, e o que não é passível de ser testado, não é ciência observacional. O problema é que os evolucionistas afirmam que a teoria deles é observacional e irrefutável.
    Michael Behe e David Snoke, num trabalho publicado na “Protein Science” em 2004, colocam que para a produção de uma nova proteína em organismos haplóides faria que fosse necessário a existência de uma população de 109 indivíduos, considerando-se a via mais simples de produção dessa proteína (nisso, não são considerados as possibilidades de outros mecanismos genéticos conhecidos, como a inserção, deleção, recombinação ou seleção, ainda dos estágios intermediários envolvendo tudo isso). Logo, pode-se esperar que a população necessária na realidade devesse ser bem maior que 109 indivíduos. Como os processos em organismos diplóides são ainda mais complexos, matematicamente torna a evolução impossível.

•    Evolução: Estatisticamente, pouquíssimo provável;
    A estatística usa da variabilidade para testar possibilidades de ocorrência de eventos. Segundo o astrônomo e matemático Sir Fred Hoyle, apenas para a produção das enzimas básicas para a vida, a probabilidade do surgimento delas é de 1/1040!!
    Com relação ao trabalho de Behe & Snoke (2004) citado anteriormente, a evolução darwiniana é pouquíssimo provável que tenha ocorrido, estatisticamente falando.

•    Complexidade Irredutível dos Sistemas
    Segundo Behe, em “A caixa Preta de Darwin”, os sistemas biológicos trazem consigo uma complexidade irredutível, ou seja, pontos intermediários têm que ser funcionais para serem plausíveis. Como explicar então os processos que envolvem a visão? Como explicar a coagulação sanguínea? São processos de complexidade irredutível, ou seja, retirando-se apenas um componente de seus passos, tornaria o processo em questão não-funcional. No caso da visão, retirando-se apenas a vitamina A, a visão não ocorreria. Se retirasse a retina, ela não ocorreria. Existe uma complexidade muito grande nisso tudo. Uma complexidade nunca explicada pela Evolução. A Cascata da coagulação sanguínea ou mesmo a cascata inflamatória não poderiam ter ocorrido de maneira lenta, pois os passos intermediários não seriam funcionais. Sendo não-funcionais, seriam apenas um desperdício de energia dos organismos em algo que não serviria para nada. Dentro da linha de raciocínio darwiniana, esses organismos seriam menos competitivos que outros mais adaptados, e tenderiam sim à extinção, e não a permanência na natureza. 



    Citando outros exemplos, quantos ovos de pássaros foram inutilizados e se perderam até que as aves desenvolvessem, aleatoriamente, o extinto de chocar os ovos? Ou quantos se perderam até que a estrutura da casca do ovo surgisse? Será que os seres foram inteligentes de apenas sair da água quando os ovos estavam prontos para ser chocados em locais de baixa umidade? Claro, os evolucionistas afirmarão que tudo ocorreu junto, no sentido de que os que saíram da água sem estar prontos para isso morreram. Mas tudo isso é algo muito complexo, e necessitaria populações de tamanho extremamente grande para ser estatisticamente plausível. Mas os evolucionistas não explicam e nem testam esses processos. Eles acham um absurdo crer nos milagres de Cristo, afirmam que nisso não há repetibilidade científica. E realmente não há. Mas então, vão a um laboratório e provem que o ancestral dos peixes e anfíbios modernos saiu da água realmente. Não há como ser provado de forma observacional os milagres de Cristo e nem que o ancestral de todos os seres modernos saiu da água. É tudo uma questão de fé.
    “[A evolução] não pode explicar a origem das complexas estruturas bioquímicas que sustentam a vida. Sequer tenta explicar... A conclusão de um plano inteligente flui naturalmente dos próprios dados – não de livros sagrados nem de crenças sectárias.” Michael Behe – em: "A caixa preta de Darwin".

•    Evolução: Por que apenas a nossa espécie chegou aonde chegou?
    De acordo com a evolução, toda a vida se originou a partir de um único organismo, que surgiu, espontaneamente, em algum ponto da história. Dentre tantas espécies existentes, por que apenas a nossa chegou aonde chegou? Dominamos as demais espécies, as orientamos, as extinguimos, fazemos manejo e melhoramento delas, produzimos conforme as queremos... Mas por que nenhuma outra espécie é capaz de fazer essas coisas? Todos tivemos a mesma chance. Mas nenhuma outra espécie faz plantações, cria gado para se alimentar ou algo nesse sentido.

•    Evolucionistas: fechem os hospitais e não produzam medicamentos!
    De acordo com a evolução, os indivíduos menos adaptados ao meio são eliminados durante a vida, sobrevivendo não necessariamente os mais fortes, mas sim os mais adaptados. Logo, ter hospitais é algo, pensando de forma evolucionista, necessariamente ruim para a nossa espécie. Estamos evitando que a natureza selecione os indivíduos mais adaptados ao nosso meio. Estamos fazendo que genes de doenças, genes de susceptibilidade à problemas ou alergias, etc, permaneçam na nossa espécie. Descobrir a cura da AIDS? Que nenhum evolucionista trabalhe nisso! Sabe-se de indivíduos na África que possuem genes de resistência ao vírus, mas, embora infectados, não manifestam a doença. Assim, que apenas eles sobrevivam. Usar camisinha para evitar DSTs? Errado também. Se todas as pessoas susceptíveis às DSTs morressem, isso seria realmente melhor para a nossa espécie, do ponto de vista evolucionista. Tratar dos idosos? Nossa, claro que não. Eles não são produtivos para a espécie, já “deram o que tinha para dar”. Que nenhum evolucionista tenha cuidado com os idosos.

•    Evolucionismo teísta
    Se D’us criou o primeiro organismo unicelular, dando as diretrizes de como tudo iria seguir (funcionamento genético), por que na metade da história enviar Jesus Cristo à Terra? Escutei alguns evolucionistas teístas dizendo algo do tipo: “D’us criou o primeiro organismo unicelular, criou as regras de como seriam os eventos evolutivos e deixou o negócio todo acontecer...” Isso para mim não tem nenhuma lógica, pessoas que acreditam na salvação por meio de Jesus falarem coisas desse tipo. Não tem lógica, demonstraria que D’us falhou no plano dEle da própria evolução, tendo que intervir “no meio do caminho”.

•    Evolucionismo teísta: entre tantas espécies, por que D’us escolheu apenas a nossa? 
    E se D’us criou o primeiro ser vivo e deixou que os processos ocorressem, significa que nós não somos a Sua Imagem e semelhança, como a Bíblia afirma. Se não somos à imagem e semelhança de D’us, por que ele escolheu apenas a nossa espécie para salvação? A Bíblia fala da salvação da humanidade e de mais nenhuma espécie. Inclusive, a Bíblia diz que essa Criação será destruída com fogo para que sejam feitas um novo Céu e uma nova Terra. Mas para aqueles que aceitaram Jesus como salvador, haverá vida eterna, eles não serão destruídos. Mas um D’us evolucionista, dentro de tantas espécies que tiveram exatamente a mesma chance estatística de surgirem, é um ser muito mal em ter escolhido apenas a nossa espécie.

•    Se Adão e Eva não existiram, Jesus é um mentiroso!
    Jesus falou sobre Adão e Eva durante seu ministério. Nós cristãos cremos que Jesus era perfeito, que ele nunca errou. Mas se Adão e Eva não existiram, Jesus é um mentiroso. Como sabemos que Ele nunca mentiu, então Adão e Eva existiram. E foram criados por D’us:
“Ele respondeu: "Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’” Mateus 19:4


•    Se Adão e Eva não existiram, Paulo é um mentiroso!
    De modo semelhante, o apóstolo Paulo também citou Adão. Caso Adão não tenha existido, o apóstolo Paulo foi um mentiroso também. E se a Bíblia não é infalível, por que crer em qualquer texto dela?
“Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram;” Romanos 5:12


•    Se a Criação não existiu nos moldes de Genesis 1, João 1:1-4 é falso!
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.” [ênfase do autor].

•    Rejeitando-se Genesis 1, rejeita-se toda a Bíblia
    A Bíblia realmente cita eventos “absurdos”, cientificamente falando. O Mar Vermelho se abrindo, o “sol parando”, transformação de água em vinho, cura de cegos, paralíticos, multiplicação dos pães, etc. Caso não seja crido em Genesis 1, não se pode crer em mais nada da Bíblia, pois tudo começou ali, segundo a mesma Bíblia. Tudo começou ali.

•    D’us criou todas as coisas, inclusive a Ciência.
    Se D’us criou todas as coisas, significa que Ele criou a ciência. Da mesma forma que vemos a assinatura de um artista em sua obra, vemos a “assinatura de D’us” em diversos campos do conhecimento, na natureza, no espaço. Necessariamente, devemos ver a “assinatura” dEle em tudo; percebe-se o estilo único do Criador. Mesmo com tanta diversidade, os organismos seguem padrões bioquímicos e até mesmo características estruturais que revelam o estilo desse tão grandioso Designer.

•    Evolução: base para o ateísmo e o esoterismo na universidade;
    Dentro do movimento Religioso-universitário, a evolução serve como uma luva a dois movimentos bastante comuns atualmente e que tem alcançado mais e mais adeptos a cada dia: o ateísmo e o esoterismo. Como a questão do ateísmo já foi discutida de modo geral nesse artigo, me aterei somente ao esoterismo agora.
    Segundo o esoterismo, nós somos seres espirituais em evolução. Busca “humanizar” o homem, creio eu que significa algo como “ele” viver, pensar e agir esquecendo-se de que há um D’us criador de todas as coisas. Endeusando o ser humano. Entra num campo chamado de Logosofia: ciência do conhecimento de si mesmo, da evolução consciente e da superação integral (Fonte: http://www.logosofia.org.br/, ênfase acrescentada por mim).  Esse movimento nunca buscou realmente a D’us, nunca citou Jesus como único e suficiente salvador ou algo assim. Para eles, Jesus foi apenas mais um como qualquer outro, se é que eles crêem que pelo menos o Jesus histórico existiu. A Logosofia foi criada pelo argentino Carlos Bernardo González Pecotche, tendo sua primeira sede na cidade de Córdoba, Argentina.
    Os principais objetivos dos conhecimentos logosóficos são:
•    A evolução consciente do ser humano, mediante a organização de seus sistemas mental, sensível e instintivo.
•    O conhecimento de si mesmo, que implica o domínio pleno dos elementos que constituem o segredo da existência de cada um.
•    A integração do espírito, para que o ser humano possa aproveitar os valores que lhe pertencem, originados em sua própria herança.
•    O conhecimento das leis universais, indispensável para ajustar a vida a seus sábios princípios.
•    O conhecimento do mundo mental, transcendente ou metafísico, onde têm origem todas as idéias e pensamentos que fecundam a vida humana.
•    A edificação de uma nova vida e de um destino melhor, superando ao máximo as prerrogativas comuns.
•    O desenvolvimento e o domínio profundo das funções de estudar, de aprender, de ensinar, de pensar e de realizar, com o que o método logosófico se transubstancia em aptidões individuais de incalculável significado para o porvir pedagógico na educação da humanidade.

•    Como o evolucionismo contribui para a que a mensagem da cruz seja propagada?
    Para finalizar, como e quando o evolucionismo foi usado para anunciar a salvação na universidade? Eu nunca vi tal acontecer. Mas já vi pessoas conseguirem falar do amor de D’us pela humanidade, da salvação por meio de Jesus Cristo utilizando-se da ciência. Utilizando-se do Design Inteligente. D’us tem levantado pessoas nesse sentido. Vários têm sido capacitados para tal tarefa. D’us fará algo no meio universitário, creio que logo. Estejamos prontos a falar a razão da nossa fé, de modo manso e amoroso, de modo científico.

“Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês.” 1ª Pedro 3:15.

Edgard MacFraggin'

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Credes no 14C?

Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. Hebreus 11:1
O 14C (ou carbono 14) é um método de estimativa da idade de diferentes materiais de origem biológica. Tem sido usado de maneira ampla. Através delas, muitos afirmam que a idade da Terra é de não sei quantos bilhões de anos; que a vida surgiu na Terra a milhões de anos atrás, etc. E isso coloca em xeque o relato bíblico da criação, visto que acredita-se que, pela bíblia, a vida na Terra deva ter cerca de 10.000 anos, aproximadamente.
O mais interessante é sobre como o 14C é formado na atmosfera. Muita gente que fica por aí falando da idade de várias coisas antigas não tem nem idéia de como esse isótopo radioativo é formado. Bom, vou explicar de maneiro sucinta aqui.
Na atmosfera terrestre, o gás mais abundante é o N2 (gás nitrogênio - cerca de 79% dos gases atmosféricos). Este é formado por dois átomos de nitrogênio. O isótopo estável de nitrogênio mais abundante que existe é o de massa 14, cerca de 99,634% deles, sendo que o outro, de massa 15, tem abundância de 0,366%.
Devemos agora relembrar que a quantidade de prótons de um átomo é o que determina de qual elemento químico é aquele átomo. Um próton é uma partícula atômica de massa 1 e carga positiva. Outra partícula importante no núcleo dos átomos são os nêutrons. Eles tem massa muito próxima à do próton, mas têm carga neutra.


Raios cósmicos são energia que se propaga pelo espaço, vinda de estrelas. Trocando em miúdos, um raio cósmico nada mais é do que um nêutron viajando pelo espaço. Quando um desses raios cósmicos chega ao nosso planeta, ele encontra uma grande quantidade do gás nitrogênio (N2). Ele atinge o núcleo desse átomo e faz com que cada átomo atingido fique por um momento muito pequeno com massa igual a 15 (considerando que ele atingiu o isótopo de nitrogênio de massa 14 – que é o mais abundante). Nisso, o átomo se torna instável e perde um próton para se estabilizar. Perdendo um próton, ele volta a ter uma massa de valor 14 mas muda de elemento, tornando-se o querido 14C, que é radioativo.
Um elemento radioativo vai diminuindo sua atividade liberando energia. Essa medida é calculada em meias-vidas. Meia-vida é tempo que um elemento radioativo demora para diminuir em metade a sua atividade radioativa. Cada elemento tem a sua própria característica, podendo ser meias-vidas de dias, meses, anos, ou até mesmo minutos e segundos. A meia-vida do 14C é de 5.730 anos. Logo, cada vez que esse tempo passa, cai pela metade a atividade radioativa do isótopo. Conhecendo a concentração natural de 14C no ambiente, é possível considerar que a quantidade de 14C no indivíduo em questão era igual quando ele morreu. Assim, mede-se a quantidade de atividade de 14C que ele tem agora e estima-se quantas meias-vidas se passaram, estimando assim a sua idade.
Ainda é importante ressaltar que a técnica de medição da idade pelo 14C tem acurácia máxima de medição de cerca de 60.000 anos de idade. Mais abaixo, deixei uns links de calculadoras de 14C, tentem colocar um valor acima de 60.000 anos: não vai dar certo. Logo, quando ouvirem alguém por aí falando que tal espécie foi datada pelo 14C e descobriu-se que ela vivia a não sei quantos milhões de anos atrás, pode começar a gargalhar bastante, com muita vontade, porque tal informação só pode ser uma piada muito engraçada!!
E agora vem a questão de fé! Como é que se sabe se a quantidade de raios cósmicos que chegam a Terra são constantes em toda a história de vida no planeta? Sabe como o meio científico sabe essa informação? Bom, eles não sabem. Eles consideram que é constante. Logo, eles têm fé de que é constante! E que eu saiba, fé não é ciência, e sim religião.
E já que eles consideram isso, me deram a liberdade de refletir sobre esse assunto. Sabe-se que o universo está em expansão. Embora a concentração de energia no universo seja constante, por conta da expansão, essa energia vai se “diluindo”. A título de comparação, é como se toda a energia do universo fosse uma lâmpada. Com ela, eu consigo iluminar muito bem o meu quarto. Mas a mesma lâmpada não vai iluminar com a mesma eficiência um salão de festas, visto que este é bem maior do que o meu quarto.
Assim, é mais lógico pensar que a quantidade de raios cósmicos que chegam a Terra era maior no passado do que a que chega hoje. Portanto, a quantidade de 14C formado no passado era maior do que a que é formada hoje. Logo, as espécies do passado são enriquecidas em 14C se comparada às espécies mais recentes.
Esses dois sites tem calculadoras de 14C - <http://101science.com/Carbon14.htm> e <http://dwb4.unl.edu/Chem/CHEM869Z/CHEM869ZLinks/www.all.mq.edu.au/online/edu/egypt/carbdate.htm> e procurando no Google é possível encontrar ainda outras. Eu testei caso uma seja uma amostra de 60.000 anos – a atividade de 14C indica que há cerca 0,7% do elemento. Nos casos de 10.000 anos, a atividade mostrou que há na amostra teórica 29.829% de 14C. Percebam a enorme diferença de idade causada apenas por uma amostra estar mais enriquecida em 14C do que a outra! Se no passado havia mais 14C do que atualmente, significa que toda a vida na Terra é muito mais recente do que se pensa. Logo, o relato bíblico tem mais validade quanto à idade da vida do que o relato científico.
Os ateus insistem em se apoiar numa ciência baseada na fé deles. Eles têm fé que Deus não existem (me provem, cientificamente, isso!), tem fé que o 14C é um método excelente de medição da idade de materiais biológicos, têm fé num monte de baboseira! E propagam a fé deles como se fossem verdades científicas mais do que testadas e comprovadas!
O meu mestre, Jesus Cristo, falou sobre isótopos também. Mais especificamente, sobre os isótopos 32S, 33S, 34S, 36S e mais uns outros que são instáveis. Falou também que esses isótopos vão estar num lugar de altíssima geração de calor! Ah, esses isótopos são do enxofre. Você pode ver o Jesus disse sobre os isótopos de enxofre nesse link ao lado <http://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/21/8+>. Creio que todos os que preferem dar glórias à um isótopo de carbono do que a dar a Deus, vão gostar bastante do estágio obrigatório no laboratório de química reservado para aqueles que odeiam Deus (é no laboratório do dr. Capeta [PhD em mentira, com concentração em tentar destruir a Criação Divina])!
Que a graça de Cristo esteja conosco, e que Ele nos mostre sua existência através de todas as coisas, inclusive da Ciência.
Edgard MacFraggin'

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Darwin estava certo!!

Foram encontradas provas reais do evolucionismo. Fatos palpáveis. Evolução na frente dos próprios olhos. Sim, sim. Eu mesmo vi e revi a cena várias vezes. Não podia acreditar no que estava diante de mim. Como isso é possível?? Darwin tinha razão! Como eu fui cego! Tanto tempo se passou... e só conheci isso agora!
O fato foi apresentado ao mundo por Satoshi Tajiri, em Fevereiro de 1996, no Japão. Após cerca de cinco anos desenvolvendo seu trabalho, com o apoio da Game Freak e da própria Nintendo, ele pode mostrar que Darwin estava certo. No segundo mês do ano de 1996, foram lançadas as duas primeiras versões de Pokémon para GameBoy: Red and Green versions!
Bom, você deve estar se perguntando o que tem a ver Darwin e Pokémons, certo? Pessoalmente, eu gosto muito dos jogos da série. Jogo Pokémon desde Setembro de 2000, sem parar até hoje. Comecei com a Yellow Version, depois Silver, Emerald/Firered, Diamond/Soul Silver e não vejo a hora de por minhas mãos na Black Version (infelizmente, ainda não chegou nas Américas...). No ano 2000, quando Pokémon fazia muito sucesso no Brasil, meus amigos e eu sabíamos os nomes de todos os então 151 pokémons. Podíamos até mesmo falar na ordem numérica. Poxa, éramos experts em Pokémon.
E como talvez um conhecedor do mundo Pokémon, posso afirmar que os monstrinhos de bolso e Darwin têm tudo a ver! Quando o jogo foi lançado, muito provavelmente Darwin, onde quer que ele esteja, deve ter dado um sorriso de satisfação. Todo o seu trabalho fora confirmado! Os pokémons evoluem! É quase inacreditável! Pikachus evoluem para Raichus... Abra passa pelo estágio Kadabra para chegar a Alakazam! Bulbasaur, Ivysaur e Venusaur. E tantos outros exemplos. Cada versão nova, cada Pokémon novo descoberto... tantas novas evoluções... nunca me esquecerei do dia em que meu Eevee evoluiu para Jolteon! Eu vi!


Se você acredita em evolução, deve estar me xingando agora. Mas não pare de ler esse artigo agora. Você já chegou até aqui... continue, hã? Geralmente, evolucionistas são xiitas pouco abertos ao dialogo. Eles dizem que os Teístas são “fechados a novas idéias”, “ultrapassados” e “radicais”. Mas, poxa, analisando bem, os evolucionistas o são também. Quantas e quantas vezes escutamos sobre o evolucionismo. Quantas e quantas vezes isso foi repassado na escola e na faculdade. Até mesmo em rodas de amigos. E, embora acredite que evolução acontece (apenas no Pokémon), sempre os Teístas têm que escutar essa teoria ser aplicada a vida real, porque que eu saiba, Pokémon é apenas um jogo e um desenho. Os Teístas quase sempre são polidos o suficiente para escutar até o final. E aí, quando é a vez de os Teístas abrirem a boca, geralmente ninguém os escuta, falam que não querem saber da opinião deles, que eles acreditam em mentiras e por aí vai. Os que seguem a Religião Evolucionista, cujo messias foi Darwin, provavelmente são xiitas não abertos para a discussão ampla do tema. Querem que apenas o Evolucionismo seja ensinado nas escolas, sendo que existem outras teorias com o mesmo valor no meio cientifico. Mas realmente poucos sabem sobre o Design Inteligente, proposto por Phillip E. Johnson. Escutamos no meio acadêmico que sala de aula não é Igreja, não é lugar de se falar em Deus. A Religião Evolucionista têm adeptos fervorosos, prontos pra sair no dente mesmo, contra aqueles que se levantam para “blasfemar” contra ela. Muitas vezes são piores que os terroristas extremistas do Islã. Estes levam embora muitas vidas. Esses explodiram nossas mentes. Disseram que o Conhecimento em si nos libertaria. Apenas desculpas e máscaras para que os mais baixos atos totalmente sem moral sejam realizados. Porque, obviamente, se Deus não existe, porque eu devo ter apenas uma esposa e ser a ela fiel? Se Deus não existe, porque eu não posso abortar, assassinar, mentir? Se Deus não existe, não existe nenhum padrão moral. Mas se Deus existe (e Ele existe, visto que não somos pokémons), um padrão moral e imutável existe. Um padrão que norteia o nosso comportamento de certo e errado.
Obviamente, existem evolucionistas mais exemplares com relação à moral do que muitos cristãos que eu conheço. Certamente, mais exemplares do que eu mesmo. Mas quantas vezes eu já ouvi a seguintes teoria (de pessoas bastante avançadas na carreira acadêmica): “Deus não existe, nós evoluímos mesmo. Posso dormir com quem eu quiser!” Pode parecer absurdo, ou uma frase clichê... mas eu já escutei isso, dessa exata maneira. Para muitos, o evolucionismo é apenas um meio para aliviar a culpa de tantos atos que ferem a Moral. E para ser sincero, os males vindos de se pensar que espécies evoluem como pokémons, são os menores. Os maiores problemas provem de se pensar assim. Porque quando se pensa assim, se descarta o fato de que Deus existe. E aí então vale tudo. Da cintura pra baixo, mesmo.
Larry Norman, em uma de suas maravilhosas canções (The Great American Novel) diz que “Nosso dinheiro [dólar] diz que acreditamos em Deus, mas é contra a Lei orar nas escolas”. De forma semelhante, o nosso dinheiro diz “Deus seja louvado”, mas é proibido falar sobre Design Inteligente nas universidades. Uma vergonha. Teremos toda um Geração de pessoas que só pensam de uma forma? Uma Geração de extremistas xiitas se matando pelo Darwinismo?? O sr Satoshi talvez ficaria orgulhoso. O Senhor dos Céus e da Terra não.
Edgard MacFraggin'

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Constantes Antrópicas

Essas constantes são o porque de todos estarmos vivos. São o porque o nosso planeta "funciona". Elas são evideência de que um Ser Inteligente, um Designer Inteligente as planejou de forma muito detalhada, de forma muito fina, a forma como todas elas funcionam. Elas são evidência do Criacionismo, e também, provas contra o Evolucionismo. Abaixo estão apenas algumas delas (o trecho abaixo foi retirado do livro Não tenho Fé suficiente para ser Ateu, de Geisler e Turek):
1. Se a força centrífuga do movimento planetário não equilibrasse precisamente as forças gravitacionais, nada poderia ser mantido numa órbita ao redor do Sol.
2. Se o Universo tivesse se expandido numa taxa um milionésimo mais lento do que o que aconteceu, a expansão teria parado, e o Universo desabaria sobre si mesmo antes que qualquer estrela pudesse ser formada. Se tivesse se expandido mais rapidamente, então as galáxias não teriam sido formadas.
3. Qualquer uma das leis da física pode ser descrita como uma função da velocidade da luz (agora definida em 299.792.458 m por segundo). Até mesmo uma pequena variação na velocidade da luz alteraria as outras constantes e impediria a possibilidade de vida no planeta Terra.
4. Se os níveis de vapor d'água na atmosfera fossem maiores do que são agora, um efeito estufa descontrolado faria as temperaturas subirem a níveis muito altos para a vida humana; se fossem menores, um efeito estufa insuficiente faria a Terra ficar fria demais para a existência da vida humana.
5. Se Júpiter não estivesse em sua rota atual, a Terra seria bombardeada com material espacial. O campo gravitacional de Júpiter age como um aspirador de pó cósmico, atraindo asteróides e cometas que, de outra maneira, atingiriam a Terra.
6. Se a espessura da crosta terrestre fosse maior, seria necessário transferir muito mais oxigênio para a crosta para permitir a existência de vida. Se fosse mais fina, as atividades vulcânica e tectônica tornariam a vida impossível.
7. Se a rotação da Terra durasse mais que 24 horas, as diferenças de temperatura seriam grandes demais entre a noite e o dia. Se o período de rotação fosse menor, a velocidade dos ventos atmosféricos seria grande demais.
8. A inclinação de 230 do eixo da Terra é exata. Se essa inclinação se alterasse levemente, a variação da temperatura da superfície da Terra seria muito extrema.
9. Se a taxa de descarga atmosférica (raios) fosse maior, haveria muita destruição pelo fogo; se fosse menor, haveria pouco nitrogênio se fixando no solo.
10. Se houvesse mais atividade sísmica, muito mais vidas seriam perdidas; se houvesse menos, os nutrientes do piso do oceano e do leito dos rios não seriam reciclados de volta para os continentes por meio da sublevação tectônica (sim, até mesmo os terremotos são necessários para sustentar a vida como a conhecemos!
11. Nível de oxigênio. Aqui na Terra, o oxigênio responde por 21 % da atmosfera. Esse número preciso é uma constante antrópica que torna possível a vida no planeta. Se o oxigênio estivesse numa concentração de 25%, poderia haver incêndios espontâneos; se fosse de 15%, os seres humanos ficariam sufocados.
12. Transparência atmosférica. O grau de transparência da atmosfera é uma constante antrópica. Se a atmosfera fosse menos transparente, não haveria radiação solar suficiente sobre a superfície da Terra. Se fosse mais transparente, seríamos bombardeados com muito mais radiação solar aqui embaixo (além da transparência atmosférica, a composição da atmosfera, com níveis precisos de nitrogênio, oxigênio, dióxido de carbono e ozônio, é, por si só, uma constante antrópica.
13. Interação gravitacional entre a Terra e a Lua. Se essa interação fosse maior do que é atualmente, os efeitos sobre as marés dos oceanos, sobre a atmosfera e sobre o tempo de rotação seriam bastante severos. Se fosse menor, as mudanças orbitais provocariam instabilidades no clima. Em qualquer das situações, a vida na Terra seria impossível.
14. Nível de dióxido de carbono. Se o nível de CO2 fosse mais alto do que é agora, teríamos o desenvolvimento de um enorme efeito estufa (todos nós seríamos queimados). Se o nível fosse menor, as plantas não seriam capazes de manter uma fotossíntese eficiente todos nós ficaríamos sufocados.
15. Gravidade. Sua força pode ser impressionante, mas não poderia ser em nada diferente para que a vida existisse aqui no planeta. Se a força gravitacional fosse alterada em 0,00000000000000000000000000000000000001 por cento, nosso Sol não existiria e, portanto, nós também não. Isso é que é precisão!